Marketing

31/07/2011

O que mais vemos no mercado são ações e promoções “de grátis”! (Permitam-me o grave ferimento à nossa língua materna).
As propagandas anunciam em bom tom aos inocentes — quero crer que em sua maioria são lobos disfarçados de ovelha — o álibi buscado: GRÁTIS. Mas o que é grátis senão uma desculpa perfeita para comprar aquilo que se quer, mas não se deve, com o dinheiro que não se tem? O que é o Grátis senão o melhor álibi pro consumo?!

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11/01/2011

Estamos em meio à campanha política, mas poderia ser também uma campanha publicitária anunciando a chegada de um circo, pois, na maior parte do tempo, seria absolutamente pertinente, dada a vasta variedade de personagens, que se não fosse trágico, seria cômico.

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11/01/2011

As fashion weeks ou semanas da moda são cada vez mais comuns e cada vez mais poderosas. Muita grana circula, imprensa especializada – aquela capaz de alçar aos céus ou enterrar no esquecimento qualquer marca – clientes ricos e famosos, modelos conceituadas e, é claro, muitos estilistas, todos esperando fazer de suas passarelas os novos comportamentos de consumo da próxima estação.
Até aí sem novidades, mas tem mais coisas que acontecem nas passarelas americanas que muita gente não sabe, por exemplo, dinheiro, muito dinheiro para desfilar por lá.

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11/01/2011

Eu jamais pensei dizer isso, mas estou com pena dos políticos, o Congresso palco de tanto desgaste agora vai virar Big Brother, mas sem direito a casa bonita ou a mulher gostosa.
Ao que demonstram as pesquisas, os famosos estão liderando entre os mais queridinhos do elenco político.

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11/01/2011

Há cerca de um mês precisei alugar um carro, e após o pagamento de cento e quarenta reais, tive um “kinder Ovo móvel” de câmbio manual, sem airbag, sem ABS, sem ar-condicionado, “sem tudo”... para viajar ao Rio. No seguro, franquia de mil reais e garantias de apenas 25 mil reais contra terceiros, foi necessário deixar um pagamento pré-aprovado de oitocentos reais, para multas ou problemas eventuais, no cartão de crédito.

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11/01/2011

Que o meio ambiente tem apanhado é indiscutível. São sopapos vindos do consumo, chutes advindos do lixo, mata-leões dados pelo crescimento populacional, tudo isso e mais um pouco têm esgotado a capacidade do ambiente se defender.
O marketing com suas ferramentas, que alinhadas aos desejos incessantes de nós consumidores, gera ações aceleradoras de consumo que vêm exaurindo o meio ambiente no tocante a extração de matéria-prima e na deposição de resíduos de tal extração e consumo.

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11/01/2011

O mercado vem se transformando. A manutenção da inflação em níveis baixos, com o parcelamento a perder de vista, ainda que acoplado a uma cultura de juros altíssimo, o aumento do emprego formal e estabilidade do mercado, vem trazendo um sem número de novos consumidores ao mercado.
A classe C finalmente mostra seu poder e altera o comportamento de venda e de compra, altera layouts de loja e o mapa econômico das cidades. Apesar do mercado de alto luxo do país mostrar vigor, o mercado de classe C é de longe hoje o mais agressivo em crescimento e em potencial de vendas.

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11/01/2011

Os noticiários estão informando que os eletrônicos caíram de preços e que os serviços tiveram seus preços alterados para cima. O que está por trás disso?!
A dolarização do mercado traz os preços dos eletrônicos para níveis mais baixos na onda do dólar baixo, mas ainda assim continuamos a pagar valores assombrosos se comparado aos preços praticados no exterior.

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11/01/2011

Ao completar quarenta anos, ganhei de brinde o famoso encurtamento de braço, ou seja, como alguns dizem, um problema de “vaidade”, explicando melhor, “lá vai idade”... Com a PVC (porcaria da velhice instalada – risos) a simples tarefa de ler letras pequeninas, tão comuns nas embalagens, torna-se cada dia mais difícil. Com isso, rótulos, instruções, composição, ficaram impossíveis de se compreender.

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11/01/2011

A imensa maioria dos produtos tem a chamada demanda elástica, ou seja, são passivos de ter incremento no consumo se sofrerem redução de preço.
Está lógica está por trás da expansão dos produtos no mercado, ou seja, quando se pretende que um produto realmente emplaque, reduz-se preços e provoca-se com isso a “explosão” do consumo, ou está lógica, no sentido inverso, leva ao princípio do consumo de produtos apoiados em status, ou seja, o alto preço por si só atribui distinção a quem compra. Alto preço, poucos tem; baixo preço, todos compram.

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