Nesta aventura de lidar de frente com o varejo e com uma vasta rede de contatos, não são raras as histórias que chegam aos meus ouvidos, olhos e outras partes sensíveis do corpo, como o bolso.
Este último é de longe dos seis sentidos o mais aguçado e mais nervoso, e definitivamente há empresas que se esforçam muito para tocá-lo, e outras que simplesmente parecem dedicar sua existência para destruí-lo!
Marketing
Vitrines bonitas, décimo terceiro injetado, ofertas para todo lado, a promessa de que “ano que vem tudo será melhor” e com o apoio social do “você merece, não foi um ano fácil”, está montado o cenário perfeito para o consumo.
Os gnomos dão sua ajuda, sempre sorrindo, cercam um Papai Noel que tanto se esforça para fazer do Natal um momento mágico, e é claro, não vai ser você que vai estragar.
O empresariado em geral reclama muito dos feriados, e eu me incluo! Prazos, contas que nunca tiram férias, que jamais ficam doentes e sempre vem consumir as reservas que não são criadas via décimo terceiro, e inevitavelmente, vencem, existam os feriados ou não.
Seja a empresa um varejo, indústria ou prestadora de serviços, as contas, os prazos e os custos atuam igualmente e pressionam, é verdade, o tempo, fazendo a folinha do calendário virar rápido, mas a pergunta é: o mesmo feriado que atrapalha, será que não ajuda?
Cena 1: em pleno tribunal, o juiz pede ordem, vai proferir a sentença do caso 631/09 da Comarca de Nova Friburgo. Processo referente à locação de DVD não devolvido, caso este que foi resolvido graças ao comprovante de residência do locatário que, após um mandato de busca e apreensão à locadora pode finalmente localizar o DVD do Jaspion, locado três dias antes e, pasmem, não devolvido.
Já faz tempo as ferramentas de cadastro existem de forma acessível, tanto financeiramente como do ponto de vista de uso, manipulação, mas sua eficiência ainda é pouco aproveitada e raramente desdobrada em ações de incontestável eficiência.
Ano novo é tempo de estabelecer e pactuar metas. Seja na esfera pessoal, profissional, quer seja nos negócios.
As metas são o norte de todo o esforço, elas delimitam, dentro da lógica inversa, que verifiquemos todos os passos necessários ao seu alcance, e com isso, nos eleva a outro patamar de resultado, por etapa, promovendo ajustes focados e produtivos.
Todo site que se preze tem um ‘fale com a gente’. A proliferação de zero oitocentos, zero trezentos e zero outras coisas é enorme, e a caixa postal ainda resiste, embora o e-mail contato@empresa seja preferência nacional. Deste modo, alternativas de contato, não faltam, nem motivos para reclamar, mas o que falta então?
De cara podemos afirmar que falta organização e vergonha na cara das empresas.
A natureza humana, em especial a natureza do consumo, sempre foi seduzida por histórias complementares que envolvam pessoas, lugares e coisas. Na verdade mais do que seduzir, via de regra, transforma pessoas em mitos, lugares em visita obrigatória e coisas em ícones de desejo.
Florear, enfeitar, inventar ... sempre deu ao consumidor uma atmosfera, que embora não seja palpável, sente-se via de regra no bolso. Mas fazer o quê? – é assim que gostamos, o caro é sempre mais raro.
O meio ambiente está pedindo ajuda, isso ninguém duvida, mas o que muitos ainda perguntam é se o consumidor também não precisa.
Enquanto muitos ainda discutem o dilema de salvar os ursinhos polares e lascar os esquimós, o mercado dá sinais de que o posicionamento ecologicamente correto é rentável. Muitos grupos de consumidores já preferem produtos com engajamento de responsabilidade ambiental se predispondo inclusive a pagar mais quando necessário.
Nesta semana fui vítima de dois erros consideráveis por parte de prestadores de serviço, em ambos os casos fornecedores meus, pessoa física.
Em comum o fato de me deixarem pendurados na brocha e sem qualquer escada embaixo, ambos serem em mecânicas de automóveis e de mantermos relacionamento há mais de dois anos. De diferente os carros, a natureza do erro e em especial, em muito especial, a conduta pós-erro.
