Em diversos ônibus do Rio de Janeiro, num formato chamado backbus (adesivação total da traseira do ônibus), circulava na tarde desta terça-feira, última, uma peça (vide foto na coluna Giuseppe Massimo) que dizia em letras amarelas sobre o quadrado azul de bordas arredondadas: It@ú, feito para demissão, numa analogia direta ao banco. Abaixo, em letras brancas sobre o fundo amarelo, havia um texto falando do lucro de 10 bilhões (recorde no Brasil) e da demissão de quatro mil funcionários.
Marketing
Em muito boa companhia toda noite é sempre muito agradável, mas um bom serviço potencializaria e muito o processo.
Neste fim de semana voltei eu a um restaurante que na última estada tive que chamar o dono do estabelecimento para questionar por que faltavam duas pizzas na conta. Apesar da diferença inicial de noventa reais na conta para menos, saí sem sequer receber um pedido de desculpas (conta errada, para mais ou para menos, é uma conta errada), um obrigado, ou a oferta de uma sobremesa (atos que, se fosse meu o estabelecimento, teria feito).
Nas escolas aprendemos de forma cartesiana que um mais um é igual a dois, mas o mercado nos ensina que, como diria Beto Guedes em Sal da Terra, um mais um é sempre mais que dois. Como educador que sou, afinal quinze anos de sala de aula e mais alguns verões quando garoto como professor particular, entendo que a educação ainda se preocupa muito mais em conhecimento técnico que comportamental, o que está correto até certo ponto, mas o erro crasso é a insistência de dissociar os dois ensinamentos.
A proximidade de finados é um momento bem apropriado para falarmos de morte! Desculpe a falta de pudor, mas essa é a única certeza que temos, e a comunicação pode ajudá-lo a evitar algumas destas possibilidades.
Repetidamente vemos amigos, amigos dos amigos, desconhecidos, mas em comum vemos pessoas, famílias, sonhos morrendo em acidentes de trânsito, quer seja com caminhões, carros, motos e/ou pedestres.
O número de falências aumentou. Pelo segundo mês seguido a economia dá sinais de desaceleração e alguns setores de retração. As falências aumentaram 36% de janeiro para fevereiro e as microempresas são as líderes nesta categoria de pedido. Diferente do que muita gente acredita e foca, não é o prejuízo que quebra uma empresa, mas o capital de giro, aquele dinheiro que permite que se pague a operação enquanto não entra dinheiro. Falhas na concessão de crédito e na avaliação de estrangulamento do capital de giro são quase sempre os motivos predominantes no quebra-quebra.
Muito se tem discutido sobre a capacidade de Nova Friburgo. Com certeza vem um verão difícil pela frente, mas nem de longe o nosso pior. O nosso pior verão já passou.
Nesta perspectiva, o que não nos destrói nos fortalece, e o empresário e o trabalhador de Nova Friburgo mostraram sua capacidade de adaptação e superação ao longo deste ano, e que ninguém mais duvide de nós! Tudo bem, com as chuvas recomeça um novo ciclo, mas nem de longe algo que não consigamos resolver.
Muita coisa mudou desde que eu comecei a escrever aqui no Jornal A Voz da Serra. Aliás, transformação é a palavra da década. A velocidade assustadora como tudo muda é conteúdo e pauta constante desta coluna. Faz 11 anos e nestes mais de 5,5 milhões de minutos que se passaram, desde a primeira tecla pressionada até agora quando você lê está coluna, muitas marcas insignificantes surgiram e ganharam o mercado, outras que pareciam imortais morreram, e outras com grandes oportunidades não aproveitaram e outro tanto que pareciam imprensadas arrumaram seu espaço.
Enquanto a Brasil segue como o gigante adormecido, a China é o verdadeiro gigante acordado. A China está para virar o maior país de língua inglesa do mundo, pois a parte da população que domina a língua inglesa será mais que toda a população dos Estados Unidos. Prestes também a ser a maior economia do mundo, e o maior em muitas coisas, mas o mais impressionante é que não é candidato a maior consumidor do mundo.
Na gestão de marcas, produtos e serviços é importante acompanhar os processos de pré-venda, comercialização e pós-venda. Certamente no processo de serviços, estes aspectos ganham maior relevância, pois conceitualmente a venda de serviços é acompanhada pelo consumidor, ocorrendo de forma simultânea ao consumo em si, ou seja, na venda de serviços não há estocagem, deste modo escancara-se uma janela às interferências por parte do comprador e até mesmo do prestador de serviço.
Desde que São Paulo caçou a comunicação outdoor de papel, os municípios pequenos copiaram o primo mais velho e bem mais rico e, ao que parece, sem entender ao certo a regra do jogo.
