Um pouco de história

Carlos Jayme Jaccoud

Um pouco de história

Carlos Jayme Jaccoud é historiador.

11/01/2011

Já contei, nesta coluna, algumas histórias sobre os aviões em Nova Friburgo, como a do primeiro avião que sobrevoou a cidade, sobre a vez em que aqui vieram três aviões da Marinha para “tentarem” inaugurar o campo de aviação preparado no Prado, sobre a segunda tentativa de inauguração em que nenhum dos dois aviões programados para isso aqui apareceram e, talvez, alguma coisa mais que não vem à minha já fraca memória.
Pois agora vou contar a vocês uma outra história sobres aviões que encheu os friburguenses de uma vã esperança sobre o assunto.

Leia mais
11/01/2011

Publicamos hoje a quarta das seis partes em que, para caber no nosso espaço na A VOZ DA SERRA, dividimos esta história, escrita por Toko Kassuga, a matrona da família Kassuga em nossa terra, os primeiros japoneses a aqui se fixarem, em 1927.

Leia mais
11/01/2011

Era tranquila a vida na Vila de Nova Friburgo nos idos de 1830. De norte a sul ela não passava do entorno da nossa atual Praça Getúlio Vargas, tendo ao sul a Vilagem de Cima, nosso atual Paissandu, e ao norte a nossa Vilagem, que na época era conhecida como a Vilagem de Baixo. Em volta da Vila, especialmente na parte norte, havia chácaras de luso-brasileiros que para cá acorreram quando se anunciou a chegada dos suíços.

Leia mais
11/01/2011

Publicamos hoje a quinta das seis partes em que, para caber no nosso espaço na A VOZ DA SERRA, dividimos esta história, escrita por Toko Kassuga, a matrona da família Kassuga em nossa terra, os primeiros japoneses a aqui se fixarem, em 1927.

Uma temporada pelo Amazonas

Leia mais
31/08/2010

Outro dia, passeando pela internet, encontramos esta joia sobre escolas em Nova Friburgo no meio do século XIX. A matéria abaixo foi extraída de um relatório apresentado à Assembleia Legislativa da Província do Rio de Janeiro pelo seu vice-presidente, deputado João Manoel Pereira da Silva, na primeira reunião daquela Assembleia em 1857, que relata uma enorme série de dados e acontecimentos havidos em toda a província no ano anterior.

Leia mais
31/07/2010

Corria o ano de 1884. A nossa praça principal, então chamada Praça Princesa Izabel, ali estava enfeitando a vila com as suas alamedas formadas por canteiros de eucaliptos contornando-a e o seu centro, rebaixado, convidando os visitantes a percorrê-lo. Tudo no estilo do paisagista Glasiou que a projetou e construiu e do bolso do visconde de Nova Friburgo que a financiou. Esta ajuda que aquele nobre ofereceu à vila era uma maneira de auxiliá-la a criar aquela beleza urbanística ante as dificuldades financeiras que ela carregava desde a sua fundação.

Leia mais
31/07/2010

Estávamos no fim do primeiro semestre de 1870.

Leia mais
31/07/2010

A primeira notícia oficial sobre a excelência do clima de Nova Friburgo foi divulgada por uma junta médica no ano de 1820, ano aceito como o da chegada dos suíços à Vila de Nova Friburgo. Na verdade, os suíços embarcados na Holanda em setembro e outubro de 1819, aqui chegaram, na sua maioria, em novembro e dezembro daquele mesmo ano. Apenas dois dos navios, o Elizabeth Marie e o Camilus, por problemas ocorridos durante a viagem, só adentraram a baía do Rio de Janeiro em fevereiro de 1820.

Leia mais
31/07/2010

É difícil de acreditar que a formiga, um inseto tão pequenino e frágil já foi uma ameaça à agricultura nacional. Lembramo-nos bem, do nosso tempo de jovem, quando aqui ainda existia a saudosa estrada de ferro, meio de transporte utilizado em todo o mundo e que aqui, no Brasil, num governo de visão limitada, foi quase completamente extinto. Lembramo-nos de ver, afixado nas estações ferroviárias, montes de cartazes do Ministério da Agricultura com os dizeres “Ou o Brasil acaba com saúva, ou a saúva acaba com o Brasil”. Era difícil de acreditar naquelas palavras mas elas eram verdadeiras.

Leia mais
31/07/2010

Durante os seus dez primeiros anos de existência a vila de Nova Friburgo não cresceu. Pelo contrário, no seu segundo ano houve até um esvaziamento da vila. Grande parte daqueles suíços que para aqui vieram, enfrentando uma difícil e dolorosa jornada, eram lavradores na sua terra de origem. Os encarregados pelo rei de aqui os alojarem, usando de ignorância ou de má fé, os colocaram na pior área agrícola da região, no meio de terrenos muito acidentados e de má qualidade. A maioria deles, decepcionada, partiu em demanda de terras mais férteis.

Leia mais