Blog do Antônio Fernando

25/01/2016

Instituições financeiras consultadas pelo Banco Central esperam por mais inflação neste ano e em 2017. A estimativa das instituições financeiras para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi ajustada pela quarta vez seguida, ao passar de 7% para 7,23%. Para o próximo ano, a expectativa é que a inflação fique abaixo do limite superior, mas ainda distante do centro da meta. A projeção para 2017 passou de 5,40% para 5,65%, no segundo ajuste consecutivo. A meta de inflação tem como centro 4,5% e o limite superior é 6,5%, em 2016, e 6%, no próximo ano.

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22/01/2016

O mercado de trabalho no Brasil encerrou 2015 com 39,7 milhões de empregos formais –número que já desconta o fechamento de 1,5 milhão de postos de trabalho acumulado no ano passado. “Tivemos um ano difícil, mas preservarmos conquistas importantes”, disse o ministro Trabalho, Emprego e da Previdência Social, Miguel Rossetto, durante apresentação dos dados do emprego no ano passado. “Não é correto afirmar que 2015 destruiu as conquistas dos últimos anos, continuamos com o mercado formal elevado no País”, ponderou.

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21/01/2016

Pela quarta vez seguida, o Banco Central (BC) não mexeu nos juros básicos da economia. Por seis votos a dois, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve ontem, 20, a taxa Selic em 14,25% ao ano. A decisão surpreendeu os analistas, que esperavam aumento de 0,5 ponto percentual. Em comunicado, o Copom informou que a decisão considerou não apenas a inflação, mas o atual balanço de riscos do país, as incertezas domésticas e principalmente externas. Os juros básicos estão neste nível desde o fim de julho. Com a decisão do Copom, a taxa se mantém no nível de outubro de 2006.

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20/01/2016

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) prevê que o número de desempregados crescerá em 2,3 milhões de pessoas em todo o mundo este ano e em 1,1 milhão em 2017. Ou seja, em dois anos, 3,4 milhões de pessoas a mais farão parte do contingente global de desempregados. Do total de trabalhadores que passarão a integrar as estatísticas do desemprego em 2016, segundo a OIT, 700 mil serão brasileiros.

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20/01/2016

O número de pessoas que buscou crédito em 2015 cresceu 1% no acumulado do ano, na comparação com 2014, de acordo com indicador da empresa de consultoria Serasa Experian. É o quarto ano consecutivo de fraco desempenho. No período de 2008 a 2011, o crescimento médio anual da procura do consumidor por crédito foi bem mais expressivo: 7,1%.

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19/01/2016

A taxa básica de juros, a Selic, deve ser elevada em 0,5 ponto percentual para 14,75% ao ano, pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), que se reúne hoje, 19, e amanhã, 20. Atualmente, a taxa está em 14,25% ao ano. A expectativa é de instituições financeiras consultadas semanalmente pelo BC. Para o fim de 2016, a estimativa para a Selic é 15,25% ao ano. Em 2017, a expectativa é que a taxa básica seja reduzida, encerrando o período em 12,88% ao ano. Na semana passada, essa mesma previsão ficou em 12,75% ao ano.

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15/01/2016

Fábula

Morte – divindade, filha do sono e da noite e a mais implacável de todas as deusas. Sacrificava-se-lhe um galo. Os poetas a representavam só com ossos, com uma vestidura negra, semeada de estrelas,com asas e às vezes com uma foice.

(Dicionário da Fábula- traduzido por Chompré – com argumentos tirados da história poética- Ed. Garnier – Paris)

Linha do Tempo

Consoada

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15/01/2016

A produção de motocicletas caiu 16,8% em 2015, segundo balanço divulgado sexta-feira, 15, pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Bicicletas e Similares (Abraciclo). De janeiro a dezembro do ano passado, foram produzidos 1,26 milhão de motocicletas contra 1,51 milhão no mesmo período de 2014. As vendas no atacado também acusaram queda de 16,8% em 2015. De janeiro a dezembro foram comercializados 1,19 milhão de unidades, enquanto no mesmo período de 2014 foram vendidos 1,43 milhão de motos.

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14/01/2016

O volume de serviços prestados no Brasil, em novembro de 2015, caiu 6,3% na comparação com novembro de 2014. É a maior queda da série iniciada em 2012. Em outubro, a redução havia sido de 5,8% e, em setembro, de 4,8%. Com o resultado de novembro, o setor encerra os onze meses de 2015 com retração acumulada de 3,4%.  Os dados fazem parte da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada ontem, 14, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com o resultado de novembro, o setor manteve a sequência de números negativos verificados em 2015.

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13/01/2016

O volume de vendas do comércio, na série sem ajuste sazonal, fechou novembro de 2015 com queda de 7,8% em relação a novembro do ano passado, a oitava queda consecutiva e o maior recuo desde os -11,3% de março de 2003. Os dados foram divulgados ontem, 13, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A queda acumulada se dá mesmo com o setor fechando novembro de 2015 com crescimento tanto no volume de vendas quanto na receita nominal, na comparação com outubro do ano passado.

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