Concordando com o colunista Giussepe Massimo, a poluição visual a qual os friburguenses vem sendo submetidos na campanha eleitoral deste ano realmente está abusrda!
Além das ruas citadas pelo colunista, como a Alberto Braune e a Comte Bittencourt, em PIOR situação está a Praça Lafayette Bravo, em Conselheiro Paulino.
As placas e banners dos candidatos formam lá um aglomerado infindável de números, rostos e cores, as vezes até difíceis de identificar, e em alguns casos com um design de muito mau gosto, diga-se de passagem.
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Nova Friburgo, 8 de agosto de 2010
Há ocasiões em que a autoestima do friburguense é afagada com a grata surpresa de encontrar pela Avenida Alberto Braune as apresentações do grupo Tom sobre Tom.
Tais apresentações nos relembram de nossa vocação cultural e hospitaleira que às vezes é esquecida, mas nunca abandonada, já que é característica nata em nosso povo.
Pais friburguenses, mesmo sendo proprietarios de imóveis em Nova Friburgo e tendo renda comprovada, têm que se sujeitar a este tipo de coisa (veja abaixo).
Filhos passam para a faculdade, você não conhece ninguém que mora no Rio que tenha imóvel na cidade do Rio de Janeiro (é uma das exigencias para ser fiador, ter imóvel na cidade do Rio de Janeiro), você fica a mercê de mercenários para explorar.
Já fizemos propostas de pagar até três meses adiantados e quando chega alguém com fiador a preferência e para a ficha de quem tem fiador.
Estou indignada com esta situação.
Gostaria de ver uma reportagem sobre a RJ-116, a estrada que liga Itaboraí à Nova Friburgo. É a pior estrada privatizada do Brasil. Ela foi privatizada há dez anos, mas não tem a faixa branca da direita, em muitos trechos da serra não tem ”olho de gato”, nenhuma das mais de vinte pontes foi alargada (algumas com menos de dez metros de comprimento), obrigando os pedestres a atravessarem as pontes em faixas de rolamento, em fim, é um verdadeiro absurdo pagar um dos pedágios mais caros do Brasil (a cada quarenta kilometros), e não ter um mínimo de conforto.
Prezados senhores:
Não preciso me apresentar pois sou colunista e admiradora de toda a equipe do jornal.
Gostaria apenas de destacar que na matéria “Nova Friburgo quer resgatar sua memória”, de Henrique Amorim, o Conselho do Patrimônio Histórico Friburguense jacta-se de monitorar o tombamento de prédios históricos da cidade, apresentando louvável atuação.
No entanto, cumpre destacar que quando há consenso, como foi o caso das famílias Valle e Sertã, não há qualquer dificuldade. E quando a família se opõe ao tombamento?
Meu querido colunista, bem oportuna sua crítica feita sobre as ‘vagas ilegais’ que acontecem na cidade. Usam de tudo para demarcar vagas, cones, vasos de plantas, caixotes... e existem aqueles mais audaciosos, que certos da frágil fiscalização da Autran, usam até um Passat velho, caindo aos pedaços, em situação irregular (falta placas), para demarcar vagas de um treiler de vendas de hamburguer, vide ali no Cadima Shopping, em frente à loja Louback, na Moisés Amélio. O sr. acredita que a Autran vai agir para coibir este tipo de prática ilegal? Eu não acredito.
Absurdo!
Olá, gostaria de comunicar a minha indignação com relação ao barrulho de ontem (domingo), acho um absurdo fazer ensaio de Carnaval na magrugada de segunda feira, quando as pessoas terão que acordar cedo para trabalhar. E a lei do silêncio, só vale para a população? O prefeito não deve respeitar essa lei, não? Até porque o Carnaval só começa na sexta-feira.
Tatiana
Haroldo Braune Collet
Quero parabenizar este jornal e a Aeanf por esta lembrança tão sincera feita ao primo Haroldo Braune Collet.
Além do laço de sangue que nos une, fui também seu aluno na Escola de Engenharia da UFF em 1978, e posso confirmar os comentários da diretoria da Aeanf.
Além de um técnico extremamente competente, com uma mente tão brilhante, existe dentro dele, também, e principalmene, um coração, coração, que nos faz entender o verdadeiro amor de Deus, pelos seus filhos, já tão esquecido pelo mundo moderno.
AVS 65 anos
Cumprimento a equipe de AVS pela homenagem que a Câmara Municipal prestou na última terça-feira a esse jornal que honra e eleva o nome de Nova Friburgo.
Parabéns a todos.
Robério.
Ônibus
Estou escrevendo para narrar uma situação caótica e sugerir uma matéria, de modo que se o problema não for resolvido, pelo menos será divulgado.
Moro em Banquete (terceiro distrito de Bom Jardim) há pelo menos 13 anos. Desde que saí de Friburgo e me mudei para cá a oferta de linhas de ônibus para Friburgo só diminui.
A única empresa que faz essa linha é a 1001.
