POLICIA - Taxista tem dinheiro e cheques furtados em casa

quarta-feira, 18 de abril de 2012
por Jornal A Voz da Serra

O taxista Clóvis Alberto Figueira da Silva, 56 anos, denunciou na 151ª DP o furto de, pelo menos, R$ 3 mil, além de dois cheques de R$ 700 e R$ 500 furtados em sua casa na Rua Sylvio Henrique Braune, Suspiro, durante o último fim de semana. Ao chegar em casa na sexta-feira, 13, por volta das 21h, Clóvis verificou que uma das portas estava arrombada. Os vizinhos afirmaram não ter ouvido barulho ou alguma movimentação estranha naquela noite, o que dificulta as investigações.

Acusado de assassinato

preso em Cordeiro

Detetives da 154ª DP, em Cordeiro, prenderam na última sexta-feira, 13, Márcio Vinícius Ferreira de Amorim Oliveira, o Boquinha, 26 anos, acusado do assassinato do comerciante Sebastião Ventura Cavalheiro, 55 anos, no último dia 30 de março, no bairro São Luiz. Boquinha foi surpreendido em sua casa, na Rua Francisco Pimentel, no bairro BNH, em Cordeiro e confessou o crime ao delegado Robson Pizzo Braga. Sebastião Ventura foi brutalmente assassinado na casa onde morava, na Rua Padre André Boaventura, bairro São Luiz, também em Cordeiro. O cadáver tinha marcas de espancamento.

Segundo os policiais, Boquinha foi visto no dia do crime deixando o estabelecimento comercial de Sebastião em sua companhia. A caminhada dos dois foi, inclusive, registrada por câmeras de circuito interno de lojas vizinhas. Na casa de Sebastião, os agentes também encontraram impressões digitais de Boquinha e na de Márcio Vinícius, a polícia recuperou alguns bens furtados da casa de Sebastião.

PM encontra material de

apostas do bicho em bar

da Chácara do Paraíso

Alertados por uma denúncia anônima, policiais do 11º BPM recolheram 25 talões de apostas do jogo do bicho num bar da Rua Eugênio Couto, na Chácara do Paraíso. A operação foi realizada na tarde de segunda-feira, 16. O material estava numa prateleira atrás do balcão. Conduzido à 151ª DP, o comerciante, de 52 anos, confessou ao delegado Flávio Narcizo que realizava apostas em seu estabelecimento. No entanto, afirmou, havia suspendido a atividade há cerca de seis meses, devido às operações de repressão ao jogo do bicho realizadas pela polícia, esquecendo o material numa prateleira. Disse também que a maioria dos talões estava em branco e até empoeirados, uma evidência de que não estavam em uso. O proprietário do bar não ficou preso, mas foi encaminhado ao Juizado Especial Criminal de Nova Friburgo (Jecrim), onde poderá responder a processo.

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