Afinal, pra que serve uma miss???
Pra que mesmo ela serve? O que ela faz? Pra onde ela vai depois que o ano do seu reinado passa? Algumas viram BBB, outras apresentadoras de TV. As outras questões, no entanto, permanecem uma incógnita. Se você souber pra que serve uma miss ou tiver alguma pista, ajude-nos a elucidar este grande mistério da humanidade mandando sua resposta para osfocas@avozdaserra.com.br.
Qual seu lado dominante do cérebro?
Leonardo Lima
Diversas pesquisas comprovam que cada indivíduo possui um método mais eficaz de apreender de acordo com o lado dominante de seu cérebro. Quem possui o lado direito dominante costuma ter maior facilidade de aprendizado através de imagens, em um enfoque espacial como um todo. Já quem tem o lado esquerdo dominante aprende melhor em um enfoque específico, dividido por partes. Na internet, por exemplo, se encontra facilmente testes que indicam o lado dominante cerebral de cada um.
Baseado neste tipo de conhecimento, a professora Maraliz Cabral Leitão oferece na cidade um método diferenciado de aprendizagem denominado “estudos exploratórios”. “Fiz minha monografia sobre as diferentes formas de aprender. Um tempo depois pesquisei um texto feito por neurologistas e descobri que havia um teste que identificava o lado dominante. Eu sistematizei esse teste, com dez perguntas”, explica a professora.
Maraliz foi convidada por uma universidade para ministrar cursos de estratégias de memorização e como falar bem em público. “Os cursos foram um sucesso e as pessoas sempre me procuravam pedindo para ter mais aulas. Foi aí que tive a ideia de abrir esse espaço e dar continuidade a esse projeto”, relembra. Segundo ela, o curso potencializa o cérebro a adquirir novos conhecimentos de maneira mais eficaz. “É como colocar o óleo certo no motor do carro”, compara. O espaço de “estudos exploratórios” fica na Rua Ernesto Brasílio 14, sala 203, Centro. Mais informações pelos telefones 2533-3004 e (21) 9368-7811 ou pelo e-mail maraliz@oi.com.br.
FRASE DA SEMANA
“Toda vez que vejo alguém falando em defesa dos animais, penso que o sujeito está advogando em causa própria”
@bomdiaporque
LEMBRA DISSO?
Amine Silvares
Se tem um programa de TV que eu sinto falta é “Família Dinossauro”. A família era composta por Dino da Silva Sauro, o pai, Fran da Silva Sauro, a mãe, Robert da Silva Sauro, o filho mais velho, Charlene da Silva Sauro, a filha, e Baby da Silva Sauro, o bebezinho engraçadinho e malvado que batia no pai com uma frigideira dizendo “Não é a mamãe! Não é a mamãe!”.
No passado retratado na série, os dinossauros comandavam a terra e os humanos eram pequenos seres irracionais. O calendário andava de trás para frente e as situações do dia a dia refletiam o modo de vida da classe média americana. Fazendo diversas críticas ao “american way of life”, a Disney produziu a série entre 1991 e 1994.
Durante algum tempo, eu tive medo daqueles bonecos, só simpatizava com o Baby mesmo. O chefe do Dino era medonho e tinha aquele bicho que morava na geladeira. Havia também a vovó Zilda, um poço de bom humor, e o Roy, melhor amigo do Dino e que sempre se ferrava com ele no trabalho.
Rolava um boato de que cada episódio custava cerca de R$2 milhões, mas acho que nunca houve confirmação. Foram gravados 65 episódios, sempre abordando temas relacionados à realidade dos humanos. O episódio final, por exemplo—e se você ainda não viu e não quer saber o que acontece, sugiro que pare por aqui—, fala sobre como as atitudes irresponsáveis dos dinossauros em relação ao meio-ambiente levaram ao fim da era glacial e, consequentemente, ao fim dos dinossauros.
Exibido pela Globo e SBT, agora é a Bandeirantes que tem os direitos no programa, mas sem previsão para exibir os episódios.
LI, VI E OUVI
Priscilla Franco
Li: No melhor estilo Rick Martin, o ídolo adolescente Justin Bieber assumiu sua homossexualidade e ainda cancelou a turnê de shows no Brasil. A informação estampava a página associada a uma das revistas femininas mais famosas entre as fãs brasileiras do cantor. A tal declaração, no entanto, nunca existiu, e tudo não passou da brincadeira de um hacker que invadiu o site e trocou o conteúdo original. Até tudo ser esclarecido, porém, comentários histéricos puderam ser lidos em todas as redes sociais.
Vi: O inacreditável ensaio sensual da norte-americana Nancy Upton, ironizando o concurso promovido por uma grife de roupas que pretendia encontrar uma modelo gordinha para sua nova linha plus size. De lingerie e em poses sensuais, nas fotos Nancy contracena com um frango assado, imita um leitão à pururuca e cobre as partes íntimas com uma torta. As fotos são um protesto bem-humorado em relação à posição da empresa sobre as gordinhas antes da crise econômica, quando se recusavam a fazer roupas plus size. Nancy ganhou o concurso, mas não vai assinar contrato com a marca.
Ouvi: John Kip, compositor e intérprete de “Adjustable” e de “I’ll Help You Stay”, que fez parte da trilha sonora da novela Insensato Coração. Apesar do nome artístico e do repertório em inglês, o cantor é brasileiro, apaixonado por automobilismo e já foi assessor de Rubens Barrichello. Seu nome de batismo é Jonathan Lassandro Villas Boas Ayres, e um de seus passatempos é fazer versões em inglês para alguns sucessos da música brasileira. “Primeiros Erros”, do Capital Inicial, vira “Find Me”, em uma deliciosa balada romântica.
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