Nas escolas particulares o ano letivo começa ainda esta semana. Nas públicas, só na semana que vem. A proximidade do começo das aulas leva pais e mães a correr às lojas para pesquisar preços antes de comprar o material escolar. As crianças sempre querem o mais bonito—que acaba saindo mais caro. Já os pais tentam investir em produtos que aliem preço e qualidade. Mas será que estão satisfeitos com o que estão encontrando? A reportagem de A VOZ DA SERRA foi às ruas para descobrir o que os pais estão achando dos preços do material escolar.
“Eu acho que o material escolar está muito caro, especialmente mochilas e lancheiras pras crianças. São preços absurdos. Muita gente não vai poder comprar. Uma lancheira pequena chega a custar R$70 reais. Quem condições de comprar uma coisa por esse preço? As promoções nem sempre valem a pena e tem pouca diferença de um lugar para o outro.”
Rosânia Santos, 44 anos, dona de casa, Santo André
“Os preços subiram muito em relação ao ano passado. Está tudo por um preço absurdo, tudo muito caro. Cadernos especialmente estão bastante caros, ainda mais com esses personagens, cheios de adesivos e detalhes.”
Lúcia Mercedes, 44 anos, doméstica, Cônego
“Tem algumas coisas que estão bem caras sim, mas nem todos os preços subiram. Alguns itens estão realmente bem caros.”
Aparecida Ouverney, 32 anos, costureira, Varginha
“O preço do material está bem caro. Ainda não comprei nada, estou só pesquisando, fazendo um orçamento, mas acho que as mochilas estão custando cada vez mais.”
Gabriela Marques, 34 anos, costureira, Cordoeira
“O material escolar está bem caro. Acho que tudo aumentou muito, no geral. O custo de vida é alto e o nosso salário não acompanha os aumentos. Ainda mais aqui em Friburgo, que tem muita gente parada, sem conseguir trabalho e as coisas só vão aumentando o preço.”
Lecilane Reis, 39 anos, costureira, Catarcione
“Os preços subiram muito. Está demais. Os livros didáticos estão cada vez mais caros, as editoras não estão ajudando.”
Ana Lúcia Chelles, 45 anos, vendedora, Centro
“Acho que o preço das coisas está normal, mas caro como sempre. Não achei uma diferença muito grande do ano passado para esse ano, não. Só que os preços, já há algum tempo, está muito acima do que a gente espera.”
Fraciane Bittencourt, 34 anos, fisioterapeuta, Chácara do Paraíso
“Está demais, tudo caríssimo. Os livros são o que tem pesado mais pra mim. Acho que com certeza as editoras poderiam ajudar e facilitar o pagamento, diminuir os preços. Cheguei a comprar livros na faixa de R$100, R$110 cada.”
Luiza de Barros, 31 anos, pedagoga, Chácara do Paraíso
“Como é a primeira vez que o meu filho vai pro colégio, ainda não tenho a referência dos outros anos, mas achei as coisas muito caras. Canetinhas hidrocor, giz de cera e essas coisinhas mais básicas estão bastante caras. Há muita diferença de uma marca pra outra, especialmente aquelas que usam personagens, o que deixa tudo muito caro.”
Sabrina Barcellos, 30 anos, bancária, Cônego

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