SE EM 2010 Nova Friburgo não conseguiu melhoria na rede de ensino público, 2011 promete. Sob nova coordenação, a educação municipal pode, enfim, conquistar um tento na qualificação de seus profissionais e na melhoria do ambiente estudantil. A grande promessa eleitoral do prefeito licenciado, contudo, não foi sequer iniciada pelo governo – o horário escolar integral, proposto pelas autoridades, ainda não saiu do papel.
A EXPECTATIVA para o próximo ano é boa, com uma gestão da educação voltada para a excelência e a melhoria do ensino através de uma equipe motivada a superar os desafios e dar uma melhor qualidade ao ensino friburguense. As propostas do secretário Marcelo Verly estão em sintonia com o desejo da presidente eleita, Dilma Rousseff, em priorizar a educação no país, que até agora não avançou com a velocidade que o país precisa para se desenvolver plenamente.
EMBORA o governo brasileiro tenha contestado os índices de desenvolvimento humano, principalmente a educação, que não evoluiu muito, de acordo com as pesquisas da ONU, realizada em 172 países, no conhecido IDH, a educação no Brasil está muito atrás dos países que investiram no setor. Prova disso é a preocupação da futura presidente em eleger este assunto como prioritário em seu governo.
O DESAFIO para atingir as metas propostas permanece inalterado no município após dois anos de governo. É conhecida a limitação financeira para concretizar este sonho e, além disso, a prefeitura precisará construir novas escolas que comportem a presença permanente do aluno, com toda a infraestrutura de que necessitam para a formação escolar exigida no mercado de trabalho e o consequente convívio social.
ASSIM COMO a saúde, o ensino friburguense depende de investimentos para a sua melhoria e a obtenção de recursos vai depender de articulação política do governo municipal em todas as esferas. O alunado quer a melhoria do ensino que lhe é oferecido e esta expectativa, infelizmente, ainda não pode ser atendida, comprometendo o futuro de milhares de jovens cidadãos num país carente de qualificação profissional.
PARA O ano que vem, o secretário espera dias melhores. No caso específico da educação, as ações governamentais sempre pecaram por tentar reinventar a roda, esquecendo que “não existem fórmulas mágicas para educar”. É bom lembrar que as avaliações sobre a educação no Brasil são as piores, concluindo que a má qualidade das escolas é o que “freia” o desenvolvimento do país. Quem sabe Marcelo Verly não detém a estagnação e impulsione o ensino friburguense para um salto de qualidade sonhado por todos?
É o que esperamos para 2011.

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