Consultoria especializada acaba com desperdício nas empresas

Programa do Governo Federal em parceria com o Senai Cetiqt beneficia empresas de Nova Friburgo e região
terça-feira, 11 de abril de 2017
por Informe publicitário
(Foto: Divulgação)
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O desperdício pode acabar com o lucro das empresas – principalmente nas pequenas e médias. Sem perceber, o empresário pode ter, por exemplo, gastos desnecessários com excesso de materiais. Ou então, jogar fora insumos durante o processo de fabricação que poderiam se tornar produto final. Tudo isso é dinheiro jogado fora.

Foi pensando em recuperar e aquecer a economia, que o Governo Federal criou o Programa Brasil Mais Produtivo em parceria com o SENAI CETIQT. Nesse programa, é oferecida uma consultoria especializada de 120 horas com foco em modificações de baixo custo de implementação que ajudam a organizar a linha de produção e reduzir desperdícios como superprodução, excesso de processamento e outras práticas rotineiras que passam despercebidas, mas atrapalham a eficácia da produção.

A boa notícia para Nova Friburgo e região é que o SENAI CETIQT organizou a consultoria para ser aplicada na indústria do Vestuário e de Calçados, e tem alcançado resultados ótimos. Até o momento, cerca de 45 empresas já receberam a consultoria, que dura aproximadamente três meses e já gerou uma média de 63% no aumento da produtividade das empresas participantes. Além disso, o custo de contratação é de somente R$ 3 mil, já que o Programa é subsidiado pelo Governo Federal.

Para participar do Programa Brasil Mais Produtivo, a empresa precisa ter entre 11 e 200 funcionários e se cadastrar pelo endereço www.senaicetiqt.com/consultoria.

O Brasil Mais Produtivo é coordenado pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços e executado em parceria com o SENAI, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI). Além disso, conta com apoio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

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