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Leitores - 15/08/2012
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
Preocupação
Fiquei mais preocupado ainda com a resposta do Sec. de Obras (10/08012), anunciando que será construída outra galeria na Praça do Suspiro, idêntica à do Colégio Anchieta. Espero que também tenham programado o desassoreamento do rio Bengalas, de forma a aprofundar o seu leito. Como disse anteriormente, não sei como o leito do rio suportará esse aumento de despejo de águas, já que já transbordava sem essas galerias. Respeitosamente,
Claudio Fonseca
Trânsito nosso de cada dia
O trânsito em nossa cidade chegou a um ponto assustador, basta que se veja o número de mortos e sequelados devido a estes acidentes... Em nossa cidade não se obedece sinais, placas ou agentes de trânsito, bagunçou geral... basta que você ande pelo centro da cidade (imagine na periferia) para que fique estarrecido e preocupado com excesso de abuso e da velocidade dos veículos... Não se respeita mais nada... algo tem que ser feito, pois esta fama de cidade desorganizada já atravessou fronteiras... Em nossa cidade temos que se ligar no trânsito esquecendo os sinais e placas pois nada disto funciona... Verdadeiras atrocidades são cometidas tudo na certeza da impunidade... A velocidade que estes carros, ônibus e motos imprimem em nossas ruas é algo assustador... Alguma coisa tem que ser feita!
A curto prazo a única solução seria passar o controle do trânsito para a polícia militar, porque estes são obedecidos. Andando pela cidade, observo que quando está presente um policial militar o motorista treme, obedece...já na presença da Autran isto não acontece... Observem... A longo prazo seria correto que se trocasse todo sistema semafórico da cidade, por sinais que tivessem acoplado um radar, um pardal, para que quem avançasse o sinal, alguém que trafegasse acima da velocidade permitida fosse multado, com certeza a coisa melhoraria... este tipo de providência já foi tomado em Macaé... a coisa mudou e mudou muito!... é preferível você andar a baixa velocidade devido ao pardal, do que ter que andar devagar devido a um acidente de trânsito, concordam? Lembrem-se motoristas, lembrem-se... a velocidade que emociona é a mesma que mata... Pensem nisso! Antes que morram ou matem alguém! Alguém discorda?
Jorge Plácido Ornelas de Souza
Stam
Estive pensando sobre a conversa informal do Cel. Hudson que redundou na doação da STAM, e considerei bastante crível a situação, tal como uma criança conversa com seus pais sobre o presente que quer ganhar de papai noel e depois tem seu desejo atendido. Que fique claro que não critico a STAM por doar, mas sim os governantes que não tratam como prioritários os direitos fundamentais dos cidadãos. Na próxima conversa informal, espero que relatem a necessidade de mais melhorias na saúde pública e na educação. Respeitosamente,
Claudio Fonseca
Segurança em Nova Friburgo
Venho uma vez mais reclamar da falta das Patamos I nas ruas, já havia feito esta reclamação dias atrás e não fora publicada, coincidentemente com as Patamos fora de circulação, infelizmente não sabemos por ordem de quem e qual alegação cabível, os números de assaltos no centro de Nova Friburgo, está uma calamidade, fora os usuários e traficantes que transitam tranquilamente na Praça em plena luz do dia. Por favor, comandante do 11º Batalhão, o cidadão de bem não pode ficar presos em suas casas e sim o bandido na prisão. Direitos humanos para os humanos direitos. Chega de impunidades e pena dos delinquentes, tenhamos pena sim daqueles que foram assaltados e levados os seus míseros reais, assaltante de toca ninja em pleno dia no centro de Friburgo é vergonhoso para a PM.
João Batista da Silva
Carta a Dona Irinéa Tavares
Minha querida amiga, aconselho a senhora a não se envolver com estes cortes de árvores na sua rua, já passei por isso e o que consegui foi ficar mais revoltado e indignado, pois os órgãos de uma prefeitura que não existe, que nada funciona, uma secretaria que não tem meios, como vai cuidar de meio ambiente? Assisti aqui na minha rua a cortes de araucárias, imbaúbas e por que gritasse, pedisse, não tive nenhuma atenção daqueles que deveriam cuidar do nosso meio ambiente. Saiba a senhora que moramos numa cidade maravilhosa que nos orgulhava... hoje nem tanto, a impressão que a gente tem é que a Mãe Joana literalmente fixou residência aqui... Realmente é uma casa da mãe joana, nossas secretarias foram acometidas de septicemia, pode acreditar... Se a senhora continuar nesta luta com certeza vai se aborrecer muito mais... E para que a senhora se revolte ainda mais, talvez receba nesta mesma coluna uma resposta de alguns burocratas do SECOM, que vão tentar convencer a senhora, justificando o injustificável... aqui no Parque Imperial passei por tudo que a senhora está passando, sofri muito! Mas faça como eu escreva para este jornal, A VOZ DA SERRA, para esta coluna LEITORES ON-LINE, pelo menos a senhora irá mostrar para todo mundo, para todos os leitores, que infelizmente moramos numa cidade abandonada e esquecida pelo poder público. Senhora, moramos numa cidade que hoje não nos permite ter orgulho... moramos numa cidade que está morrendo aos poucos, se definhando, graças a nossas autoridades... por enquanto faça como eu fiz, torça para que algumas destas araucárias possam cair em cima de quem as derruba! Se lhe serve de conforto, aceite meu apoio, minhas condolências... Que Deus nos socorra, tenha pena de nós!
Jorge Plácido Ornelas de Souza
Gente abençoada
Não tem como não falar desta maravilhosa, abençoada ação que a Matriz de São João Batista está executando em nossa cidade, em seu ambulatório ali na antiga Rua São João. É uma obra de Deus, todos que ali trabalham são voluntários, inclusive os médicos, estive lá e conversei com quase toda equipe, gente abençoada, de uma simpatia sem igual, quando disse pra eles que as suas vagas no céu estavam garantidas, disseram que não, que evangelho não diz isso, conversei com uma das coordenadoras, Regina, que simpatia, que doçura... saibam vocês que quem ali se consulta, já começa se sentir melhor com o tratamento destas senhoras, que santo remédio... Soube que aqueles que procuram este ambulatório, cujo nome é "Ambulatório Bento XVI", tem consultas e remédios a custo zero, com certeza uma bênção, mas é bom que se saiba que o atendimento é só para pessoas carentes, que não tem condições de pagar um plano de saúde ou até uma consulta, lembrem-se bem...pessoas carentes! Funciona das 8h às 17h, de segunda a sexta feira... O ambulatório aceita doação de remédios e material de manipulação como gazes e luvas ,sempre que você quiser fazer uma boa ação doe para eles, estará aliviando a dor e o sofrimento de muita gente! Bom que se diga que existe uma generosa equipe de médicos atendendo várias especialidades, voluntários, é bom que se diga.
Observando este trabalho maravilhoso, fico a pensar por que o poder público não faz o mesmo, afinal tem verbas e dinheiro, o que falta é vontade política, é sensibilidade, é amor ao próximo... que este procedimento sirva de exemplo para todas as igrejas, que se preocupem com a saúde, com a vida das pessoas, já que a saúde pública não funciona e gente morre por falta de hospitais, remédios e exames, que se unam todas as igrejas e façam, procedam como procede a Matriz de São João Batista procede... os céus agradecem e nós também! Gente, vamos doar, vamos fazer a nossa parte, doe remédios, doe o que for necessário... preparem sua vaga, seu lugar no céu! Este é o caminho! Que Deus nos ajude a ajudar os mais necessitados, os carentes...quando soube deste trabalho humanitário fiz questão que todos soubessem da existência deles... são divinos, são abençoados, são magníficos, que Deus esteja sempre com vocês! Amém!
Jorge Plácido Ornelas de Souza
Lamentável
Lamentável! Essa é a palavra para tentar explicar o que acontece na nossa cidade atualmente. Enquanto a situação política está uma vergonha, a cidade e nós, que pagamos a conta e “pato” sofremos. Mês passado minha filha tentou por três vezes uma consulta com clínico geral na UPA e não conseguiu, no Raul Sertã nem tentou: a TV já mostrava que não tinha médico algum! A solução tomada foi a automedicação, que graças a Deus acertou, mas ontem eu presenciei uma situação em que realmente vi que a saúde da cidade está no CTI. Uma funcionária da empresa em que trabalho ao descer do ônibus torceu o pé e a levei para o Raul Sertã, onde recebemos a notícia de que o ortopedista só chegaria às 14h, isso era 7h35! Tentei levá-la para a UPA mas fui informado pelos funcionários que também não havia ortopedista lá, e daí, o que fazer? Graças a Deus que na clínica ortopédica na rua detrás do hospital, conseguimos um atendimento de emergência para ela, em meio a um grande número de pessoas que com certeza madrugaram ali para conseguir uma ficha. A sensação que tenho é de que ninguém está preocupado com o povo, ainda mais agora em que todos só querem uma boquinha na viúva, temos que concordar com um velho personagem do falecido Chico Anísio: o povo que se exploda!
Nelson de Santana
Socorro
Venho através deste jornal pedir socorro para ponte situada na entrada de Conselheiro ao lado da Stam. Começaram as obra a mais de um ano e jamais teve continuidade. A cada dia que passa os perigos aumentam devido aos grandes buracos que ficam visíveis para o rio. Caminhões, ônibus e carros de grande porte precisam utilizar esta ponte pois ela dá sentido a Riograndina e se algo não for feito vai acontecer algum acidente, pois existem dois grandes buracos que estão aumentando cada vez mais. Solicito a ajuda do Jornal porque acredito no trabalho de vocês, já dei entrevista em 2010 e conheço e belo trabalho que fazem. Onde estão os políticos que só prometem e roubam em vez de deixar nossa cidade limpa e sem corrermos riscos. Deixo minha indignação pois quero fazer algo para tentar ajudar, sou curitibana mas nem por isso deixo de amar Nova Friburgo onde resido hoje. Por favor, fotografem e postem no jornal esta vergonha... Se possível aguardo um retorno. Grata
Juciani Gruber
Trânsito x educação
Quero comentar algumas opiniões acerca da convivência das pessoas, no dia a dia de nossa cidade, quando o assunto é trânsito. Vou citar apenas dois colegas leitores, somente como exemplo para a triste situação por que passamos: um deles é o Francisco Santos, na edição do dia 10 de agosto de 2012 e a outra é a Ângela Paes, na edição do dia 14 de agosto de 2012. Duas excelentes contribuições para ilustrar o caos por que passa o trânsito em Nova Friburgo. Eu mesma já fiz alguns comentários sobre o assunto e, até agora, infelizmente, não vi nenhuma solução por parte dos setores responsáveis. Parece que alguma coisa só é feita quando uma situação grave ocorre, com perda de vidas. A bagunça no trânsito é generalizada. Pensava eu que, em alguns bairros, não ocorria o que vejo no centro da cidade e adjacências. Ledo engano, pois, pelo comentário feito pela leitora Ângela Paes é possível verificar que no bairro Cascatinha acontece o mesmo. Falta de educação, desrespeito às leis de trânsito, e o pior, desrespeito ao ser humano, ao outro. Por diversas vezes falei dessa relação, da forma como ela deveria se dar. Longe de mim achar que sou dona da verdade, porém, sei bem que, para uma sociedade funcionar de maneira satisfatória, necessita de um mínimo de civilidade. Eu nem ia repetir o significado, mas, diante de tanta falta de respeito, vamos lembrá-las. Civilidade: Modo de se corresponderem as pessoas bem-educadas. Cortesia, etiqueta. Urbanidade: cumprimento das regras de boa educação e de respeito no relacionamento entre cidadãos. Disse e torno a repetir: fiquei assustada com a falta de educação de alguns motoristas, maus motoristas, péssimos motoristas que fazem o que bem entendem nas vias do município, não se importando se estão incomodando, atrapalhando, se estão fazendo certo ou errado, enfim, nem ao menos preocupando-se se serão penalizados pelo desrespeito às leis existentes. Por que será que eles não se importam? A resposta é óbvia, como bem ilustrou o leitor Francisco Santos, quem deveria estar fiscalizando, muitas vezes é conivente com o erro, com o desrespeito. Isso quando há fiscalização, pois, na maioria das vezes, não há. Por exemplo, é uma vergonha o que acontece na Rua Fernando Bizzotto. Carros estacionados dos dois lados da rua, caminhões enormes ficam estacionados a manhã inteira e, quando outro caminhão resolve utilizar aquela via, o caos está instalado. Também já comentei anteriormente: as ruas de Nova Friburgo não são largas, dessa forma, não suportam tráfego pesado. Para piorar, com carros estacionados dos dois lados da rua, tudo fica mais complicado. E olhe que nem estou falando das ruas cujos veículos estacionam dos dois lados, sendo mão dupla. Nesse caso, a coisa vira uma “piada sem graça”. Com ruas apertadas como temos em nosso município, é preciso um planejamento capaz de dar fluidez ao trânsito. Da forma como está, nada anda, nada funciona, todos ficam irritados e acabam beneficiando-se os maus motoristas, os mal-educados, pessoas que não tem respeito pelo outro, pela vida, por nada.
Amanda Fagundes
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