Colunas
Leitores - 12 de outubro 2011
sexta-feira, 06 de abril de 2012
Cosme e Damião
É lamentável que pessoas ainda continuam andando na ignorância. Bom, respondendo à Sra. Maria Alcineia C. Sorrentino, Sr. Jorge Plácido Ornelas Souza e demais leitores, gostaria de esclarecer culturalmente, historicamente, que Cosme e Damião não distribuíam doces. Eles eram de família árabe, nobre, de pais cristãos, conhecidos em suas cidades por serem médicos, e prestar seus serviços de forma gratuita aos que precisavam, e não por distribuírem doces. Também gostaria que os Srs. antes de falar sobre os pais que orientam seus filhos sobre o que fazer ou não, pensassem o porquê de muitas coisas acontecendo em nossos dias como: criança de 10 anos se matando, jovens nas drogas, adultos cada vez mais intolerantes com as pessoas, ou seja, isso tudo reflexo de uma estrutura familiar destruída. Sabe por quê? Porque a mídia quer ensinar como devemos educar nossos filhos. Além do mais, estamos falando em um País democrático de direito, onde a liberdade religiosa e de crença é livre, ou seja, livre não sou obrigado a fazer aquilo que não quero! Também vale ressaltar que a responsabilidade civil, criminal e de educar até os 18 anos de nossos filhos é dos pais; cabe aos pais educar, orientar, disciplinar e cuidar. Não sou eu que estou dizendo, está no ECA, é a constituição do poder pátrio familiar. Além do mais vale ressaltar que a responsabilidade pela educação não é da escola, não é do governo, não é dos amigos, mas, dos pais. Abraços.
Maycon B. de Almeida
Show da Paula Fernandes
Eu gostaria de responder pela terceira vez, nos últimos 15 dias, ao jovem Giuliano Morizine, que infelizmente não posso atender ao pedido dele em relação aos valores que estamos praticando para o show da Paula Fernandes. Nós temos os nossos motivos, e gostaria que as pessoas respeitassem, estamos sendo criticados de maneira brusca, mas é uma realidade.
Desde já agradeço a atenção deste tradicional e respeitado meio de comunicação.
Um forte abraço.
Raça Assessorias e Eventos
Marcelo Sarzedas
Que asfalto é esse?
Eu fico a pensar como o dinheiro dos nossos impostos é jogado pelo ralo todos os dias e nada é feito. Exemplo disso é o ”recapeamento” que está sendo feito em Olaria; parece que nós não nos contentamos com nada, mas é só observar o que foi feito na Rua Presidente Vargas para causar tremenda indignação: faz pouco tempo que o serviço foi feito e já está tudo como antes, os paralelos estão à mostra, os buracos maiores e em frente ao supermercado Cavalo Preto o asfalto derrete e afunda com a passagem dos carros, parece uma gelatina! Na Rua Gustavo Lira idem: já soltou tudo e o ”asfalto” está aquela gelatina. A pergunta que eu faço para as nossas autoridades que se calam quando o povo clama é a seguinte: Se a cidade recebeu aquela bolada para ajudar a reconstruir a cidade, não seria pelo menos racional que estes recursos fossem usados com ajuda de profissionais ”competentes”? Pelo menos a perda seria menor, no caso do asfalto, poderia chamar uma empresa especializada para este fim. Chega de ver o que era para melhorar nossas vidas sendo desperdiçado desta maneira. Nossa cidade é linda, mas a falta de atenção dos nossos governantes é grande, basta observar que ”nenhum” vereador toma uma posição e vai às ruas para lutar com o povo por melhorias e não adianta depois que as coisas acontecem um ou outro aparecer com uma câmera para se promover com a desgraça dos outros, precisamos de ação para que nossa cidade volte a se NOVA FRIBURGO.
Nelson de Santana
O que houve?
Gostaria muito de entender a saída do PREFEITO DERMEVAL E DO VEREADOR JORGE DE CARVALHO do PMDB. Será que é devido às PROMESSAS do GOVERNADOR que não foram cumpridas aqui em nossa cidade? Vejamos como está nossa cidade, cheia de RATOS comendo o nosso dinheiro dos impostos que pagamos, e o que eles fazem, apenas fazem nada. Nos enganam, nos prometem, tá na hora de pensar em quem iremos escolher para governar, nos representar, pois nada esse GOVERNADOR FEZ POR NOSSA CIDADE. Ah, esqueci, ele nos deu algumas sirenes para tocar nas áreas de risco; acho que será um pânico, acredito que isso requer tempo para aprendermos para que vai servir esse toque. Nós já sabemos o porquê do GOVERNO MUNICIPAL SAIR DO PMDB: é que esse partido se transformou em um navio a deriva, perdeu totalmente a direção. O município não teve ajuda nenhuma, praticamente, do governo estadual para RECONSTRUIR a CIDADE, não podemos e não devemos cobrar de uma prefeitura que não tem RECURSOS PARA DIVERSAS OBRAS NA NOSSA CIDADE.
Adriana Santos
Mico do senador petista
Fiquei meio estupefato, pois nada na política me surpreende completamente, quando li em alguns veículos que o senador Lindbergh Farias, do Partido dos Trabalhadores, eleito pelo Rio com o apoio da presidente Dilma Rousseff, do mesmo PT e que parece se inclinar para a Emenda Ibsen/Simon—aquela que pretende redistribuir os royalties do petróleo—, propõe arruinar os municípios fluminenses produtores de petróleo, ou confrontantes das plataformas como preferem alguns. Sua proposta pode até aliviar os estados produtores, mas é quase um tiro de misericórdia nas esperanças dos municípios que ficariam com apenas 1/3 do atual valor das compensações financeiras. Sabe lá o que é você, que tem uma despesa de 1000 reais para o sustento da família, ter que viver com 300 reais de uma hora para a outra? Pegou muito mal para alguém que fez, dias antes, forte discurso no Senado quase se insurgindo contra seu próprio governo, logo após ser “convencido” de que o mais importante eram os estados e danem-se os municípios, como sugere. Serão reflexos das eleições de 2014? Ou “forças ocultas”, como Jânio Quadros gostava de insinuar? Se for assim, é bom que o ex-combativo líder estudantil e deputado federal do PT e do PSTU, ex-prefeito de Nova Iguaçu e atual senador, novamente pelo PT, vá se preparando para receber vários títulos de persona non grata e moções de repúdio de várias câmaras municipais caso sua proposta vingue e arruíne Campos, Macaé, Rio das Ostras, Cabo Frio, Quissamã e tantos outros. E para perder o sono pela interrupção de programas sociais, projetos de infraestrutura, geração de empregos e melhoria da qualidade de vida de milhões de brasileiros.
João Direnna - Psicólogo e jornalista
Depois da greve dos professores do estado, quem paga a conta são os alunos
Isso é um absurdo!
Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa!
Antes de qualquer interpretação precipitada, esta fala inicia esclarecendo algo importante, pois uma coisa foi a luta por melhorias para os professores, apoiado por alguns alunos da rede e pais que estiveram lá na passeata, incluindo eu.
AGORA, outra coisa são os efeitos decorrentes da greve, já que é uma luta entre os professores e o Estado, não tendo nenhuma relação direita com os alunos, mas indireta, pois os professores merecem, apesar de reconhecer que os professores não ganham mal, uma vez que não ganham o que merecem. SÃO COISAS DISTINTAS que não tem relação com as devidas garantias da classe, assim como os professores da educação infantil, que deveriam ganhar mais do que qualquer outro, já que eles são os responsáveis iniciais para que todo cidadão saiba LER e ESCREVER. Isso é desproporcional!
Esse retrato precisa ser visto com mais realidade, porém são os alunos que estão tendo que pagar a conta da ausência de aulas com uma sobrecarga de horários que às vezes não se tem alimentação adequada, os horários não são compatíveis e a prova disto é: OS ALUNOS estão tendo que desfazer-se de atividades extras, trabalhos e até mesmo do seu lazer.
Em face disso, procurei a diretoria da escola, que deu a devida atenção, porém não poderá fazer muitas coisas. A coordenadoria do Estado, onde escrevi minha queixa, diga-se de passagem, num caderno de espiral comum, a pedido de um dos funcionários para que ficasse registrada a indignação.
Que sugestão foi apresentada ao caso concreto? Algumas alternativas como: Aulas pela internet, videoaulas pela internet e DVD, trabalhos a serem realizados em casa com prazos, enfim, alternativas favoráveis, inclusive da saída dos alunos, que acabam tendo que sair às 20h, pois muitos moram longe e provavelmente seus pais, como eu, ficam apreensivos, pois são adolescentes.
Diante do exposto, percebo que ALGUNS PRINCÍPIOS DO ECA, Estatuto da Criança e do Adolescente, estão sendo desconsiderados, a exemplo:
- Art. 3° - quanto às garantias constitucionais inerentes à pessoa humana;
- Art. 4º - Da ABSOLUTA PRIORIDADE, na efetivação dos seus direitos, incluindo a saúde, alimentação e outros;
- Art. 5° - “Nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, punido na forma da lei qualquer atentado, por ação ou omissão, aos seus direitos fundamentais.”
Estamos diante de alguns abusos provocados pelo Estado, pela greve, mesmo que necessária, para com esses adolescentes, pois quando nosso filho, um adolescente, é privado de algumas dessas garantias para cumprir exigências do Estado, isso não é justo!
Gostaria de ver também o mesmo empenho dos professores, já que estes tiveram o apoio da sociedade, dos alunos e pais quanto a situação dos alunos da rede pública estadual. ISSO É CIDADANIA E DEMOCRACIA, LUTARMOS JUNTOS E POR TODOS!
Robson Rodrigues
Líder da Área Pastoral, teólogo e estudante de direito
robsonrodrigues@ibserra.org.br
P.M.
Caros senhores. Quero saber—e acho que toda a população também—por que em toda mudança de comando da gloriosa P.M. muda praticamente todo comando. Não é hora de perguntarem à população se ela é a favor de tirar um comando que em 8 meses fez mais pela cidade do que toda a história deste quartel, a calma, a paz, o respeito, nos hoje podemos sair à rua à noite como há décadas atrás; sempre há patrulhamento, sentimos segurança como há muito não sentimos. Será que eles também não querem que a população se sinta segura? Vou dar um exemplo: combate ao crime organizado ótimo, combate aos assassinatos ótimo, combate aos acidentes de trânsito ótimo; já não basta a corrupção que passamos, os maus políticos. Quero consternado ao abrir este meu comentário logo a seguir dar um adeus melancólico ao meu compatriota, meu conterrâneo que em oito meses no comando fez mais pela cidade que toda a história deste quartel. Sinto orgulho de ser seu conterrâneo, sinto orgulho de vê-lo com os pés enlameados na sinistra catástrofe que se abateu sobre nosso município, sinto orgulho de pisar onde sempre pisou. Enfim, para você tiro meu chapéu, minha camisa, minha calça, como cidadão e sem falta de respeito, quero bater continência a você como Deus me colocou no mundo, NU, com todo respeito, e que Deus o acompanhe por onde for e que não se esqueças de nossa cidade que como eu se sente orgulho com você.
Roberto Martins
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