Avenidas de grande movimento registram problemas e perigos

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
por Jornal A Voz da Serra

Juliana Scarini

A Avenida Governador Roberto Silveira é conhecida pelo alto índice de acidentes. Principal via de acesso a Conselheiro Paulino, Furnas, Floresta e cidades vizinhas—como Bom Jardim, Cantagalo e Macuco—, um problema a mais tem preocupado quem passa por ali. Desde janeiro do ano passado o trecho próximo ao Curral do Sol ficou bastante prejudicado e, logo em frente ao terreno que serviu de bota-fora dos destroços da tragédia, parte do asfalto rente ao Rio Bengalas cedeu, representando perigo para quem transita pelo local.

O rompimento do trecho ocorreu recentemente, na forte chuva do dia 31 de dezembro, e os moradores e usuários da via têm medo de que em uma próxima chuva o entorno desta parte danificada também desmorone. E quando anoitece o risco de alguém se acidentar no local aumenta, mesmo estando o buraco sinalizado.

E os problemas não param por aí. Logo após o Curral do Sol, a Roberto Silveira possui várias barreiras com risco de desabamentos. “Em qualquer chuva muita lama desce dos barrancos e enche a rodovia. Sem falar em pedras que já rolaram e podem rolar a qualquer momento”, contou Fernando Figueiredo, morador, lembrando que nesses dias de sol e calor o barro fica seco e, quando chover, o problema pode se agravar.

Já na Avenida Nossa Senhora do Amparo, os riscos são visíveis. Várias barreiras ameaçam a pista e um muro está sinalizado pelo risco de desmoronamento desde janeiro passado. Caso caia, irá atingir todo o entorno e interditar o trânsito no local, já que o asfalto também ficará prejudicado.

Próximo à Apae árvores ameaçam cair sobre a pista. Há alguns dias uma delas foi retirada, mas ainda há riscos. No entanto, o grande tormento na Avenida Nossa Senhora do Amparo são os buracos. A Prefeitura realizou recentemente uma operação tapa-buracos, mas os moradores afirmam que não é suficiente. Eles cobram que seja feito um reparo eficiente, que evite a volta do transtorno. “Eu passo por essa rua diariamente e é muito buraco. A Prefeitura até tapa alguns, mas é só chover que o problema volta”, relatou Gustavo Faria.

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