Ah! Dor profunda que angustia o peito
saber-te assim ferida, Terra amada,
triste, irreconhecível, desse jeito,
em muito destruída, devastada.
Por forças naturais, o algoz perfeito,
a fúria insana agride na calada,
abre abismos para servir de leito
e aos teus filhos mata em noite marcada.
O teu povo chora, terra querida,
mas surgirão da alma e do coração
forças para continuar a vida
e nestas serras, por toda cidade
a alegria e as flores renascerão,
da emoção do amor, ciúme e saudade!
Pelo dia 12 -01-2011

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