Fugitivo de presídio gerenciava o tráfico no Rui Sanglard
Teca foi preso em casa, com grande quantidade de maconha, haxixe, binóculo e revólver
Agentes do serviço de inteligência (P2) do 11ºBPM prenderam em flagrante na manhã da última quinta-feira, 9, o auxiliar de produção, Wilson Gonçalves, o Teca, 30 anos, apontado como um dos gerentes do tráfico de drogas no bairro Rui Sanglard. Teca é foragido há três meses do presídio Vicente Piragibe, em Bangu, na zona oeste do Rio, onde cumpria pena por tráfico de drogas em Nova Friburgo. Ele fora condenado em 2001 e 2006 e dessa vez foi preso numa casa do escadão no alto do bairro.
Rendido, Teca não esboçou reação nem tentou fugir. Ele, inclusive, conduziu os agentes da P2 até os fundos do imóvel onde estavam escondidos num buraco 356 sacolés de haxixe, 142 trouxinhas de maconha, dez tabletes da erva prensada, mais uma sacola com maconha já pronta para endolação, uma balança de precisão, um revólver 38 com cinco munições, dois cadernos com anotações da venda de drogas, uma grande quantidade de sacos plásticos para embalar a droga e ainda R$ 108, provavelmente, provenientes da venda de entorpecentes.
Levado para a 151ª DP, Teca recusou-se a prestar depoimento ao delegado José Pedro Costa da Silva, alegando que só fará declarações posteriormente à Justiça. Ele foi recolhido ao setor de custódia da Polinter, anexo à delegacia, no bairro Vila Amélia. A prisão de Teca foi resultado da colaboração de populares que informaram anonimamente ao 11º BPM a movimentação do tráfico no Rui Sanglard através do disque denúncia do batalhão, o 2523 4590.
Na Chácara do Paraíso, homem foge da polícia e deixa revólver para trás
Policiais do 11º BPM apreenderam na quinta-feira, 9, um revólver 32 com quatro munições num terreno ao lado de uma oficina mecânica na Rua Eugênio Couto, no bairro Chácara do Paraíso. A arma foi descartada por um homem negro que usava uma camisa vermelha e estava no local em atitude suspeita, o que despertou a atenção de funcionários da oficina e moradores que acionaram a equipe de patrulhamento do Patamo 1, integrada pelo sargento David e os soldados Gilber e Severo. Assim que os PMs se aproximaram, o desconhecido fugiu pelos fundos da oficina e jogou a arma em meio ao matagal. No local, todos afirmaram não conhecer o fugitivo.

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