A AUTRAN está engajada na Campanha Nacional de Trânsito, que vai até o próximo sábado, com o objetivo de conscientizar a população em geral sobre uso do cinto de segurança e do dispositivo de retenção, a cadeirinha, no banco traseiro dos veículos. A preocupação com a segurança e os elevados índices de acidentes são motivos suficientes para aplaudir a promoção.
NÃO É novidade para ninguém o desafio que as autoridades enfrentam para viabilizar o trânsito nas cidades brasileiras. Das metrópoles saturadas às estreitas estradas de terra e asfalto no interior do país, o trânsito não consegue responder à modernidade do automóvel e as diversas consequências do seu uso inadequado ou irresponsável. Os acidentes matam mais de um milhão de pessoas em todo o mundo.
A VOZ DA SERRA tem veiculado inúmeras vezes o sentimento da população, e deste próprio jornal, acerca do trânsito, dos acidentes, da fiscalização e da educação de todos para uma convivência harmônica entre pedestres e motoristas.
Por mais que se fale, contudo, percebe-se o desinteresse de muitos sobre o tema, preferindo arriscar a vida e mesmo perdê-la por desatenção.
O BRASIL é campeão em acidentes e vítimas do trânsito irresponsável, levando as autoridades a se preocuparem bastante com o problema. Para que a estatística não aumente mais, torna-se necessária uma ampla campanha de conscientização visando à diminuição de acidentes. Porém, a proposta não depende apenas do governo. Depende, fundamentalmente, de toda a sociedade.
NOVA Friburgo, por sua limitada área de circulação e o excessivo número de veículos precisa se preocupar permanentemente com o tema, enfrentando o problema e buscando soluções que combinem os interesses do trânsito quase saturado das nossas ruas com as preocupações urbanas de qualidade de vida e respeito ao meio ambiente.
A POPULAÇÃO friburguense é informada diariamente sobre a importância do uso do cinto de segurança e da cadeirinha para crianças através de boas ou más notícias transmitidas pela mídia. A campanha deste ano reforça o sentimento de que devemos considerar o trânsito como assunto de relevância e de interesse permanente. Porém, as ações não se esgotam nesta semana. A preocupação e a conscientização devem continuar.

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