Assalto à joalheria no Centro: bandidos chegaram a encher mala com joias, mas deixaram para trás

quinta-feira, 23 de maio de 2013
por Jornal A Voz da Serra

 

 

A polícia acredita que os três assaltantes da joalheria Moacir Joias, na Avenida Ariosto Bento de Mello, ocorrido no final da manhã de terça-feira, 21, não são de Nova Friburgo. A investida — embora tenha submetido os funcionários da joalheria a momentos de terror, e assustado demais comerciantes e a população — foi caracterizada pela polícia como frustrada. O sócio da joalheria ainda não havia contabilizado até ontem, 22, a quantidade de joias levadas pelos bandidos, mas a polícia acredita que o prejuízo não tenha sido de grande valor. Após invadirem a joalheria armados e com camisas falsificadas da Polícia Civil, os bandidos se desesperaram com o acionamento do alarme e fugiram deixando no interior da loja uma mala cheia de joias retiradas do cofre enquanto os funcionários eram feitos reféns no segundo andar. 

 

 

"Na calçada da Avenida Ariosto, os assaltantes descartaram, sob um carro estacionado, uma pistola nove milímetros e uma mochila com apenas uma das camisas falsificadas da Polícia Civil, além de uma Bíblia. Acreditamos que na fuga eles (os bandidos) levaram somente algumas joias que estavam na vitrine e no balcão. O bandido foi esperto e largou a pistola no chão para, caso fosse pego, livrar-se do flagrante”, disse um policial militar que investiga o caso. A polícia já sabe que o trio de falsos detetives fugiu num Fiat Idea preto de placa não observada e que estava com um motorista dando cobertura nas proximidades da loja. 

 

 

Também chamou a atenção dos policiais o fato de os assaltantes não terem, sequer, se preocupado em usarem toucas ou capuzes para não serem identificados. Ao invadir a loja, um dos bandidos jogou tinta preta na lente das câmeras do circuito de monitoramento interno da joalheria, mas, segundo a polícia, antes disso, o sócio da loja avistou-os e suspeitou que pudesse se tratar de um assalto. O empresário, então, imediatamente telefonou para a mulher pedindo para ela acionar a central 190 do 11º BPM, o que desencadeou, instantes depois, o disparo do alarme. Esse foi o segundo assalto ocorrido na Moacir Joias em um ano. Na investida anterior, bandidos do Rio de Janeiro sequestraram o sócio da loja no Paissandu e o obrigaram a abrir a joalheria para praticar o roubo. Dois meses depois um rapaz de 21 anos foi preso e confessou que participara do assalto auxiliando uma quadrilha. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ladrão furta caixa de som em loja e cliente nem percebe

 

 

 

 

 

Uma caixa de som avaliada em R$ 50 foi furtada na tarde da última segunda-feira, 20, de uma loja de informática na Avenida Júlio Antônio Thurler, em Olaria. O ladrão invadiu o estabelecimento por volta das 17h no momento em que o gerente Johnathan Muller Cypriano ausentara-se do balcão para buscar um documento no 2º andar durante atendimento a um cliente. A ação foi tão rápida que o cliente sequer percebeu o furto. O ato criminoso foi constatado depois pelo gerente ao verificar a fita de gravação do circuito de monitoramento da loja. O gerente disse aos detetives da 151ªDP que o ladrão já é conhecido dos demais comerciantes do bairro.  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Pedreiro tem bolsa furtada em confecção de moda íntima

 

 

 

 

 

 

 

Carteira de identidade, CPF, título de eleitor, certificado militar e ainda dois cartões do banco Itaú e R$ 110 foram furtados do pedreiro Márcio Leandro Gomes, 40 anos, segunda-feira, 20, enquanto ele trabalhava na obra de reparos de uma confecção de moda íntima na Rua Presidente Vargas, em Olaria. Márcio contou à polícia que uma mulher surgiu na confecção para falar com a filha da proprietária. Cerca de uma hora e meia depois, o pedreiro deu por falta de sua bolsa, onde estava a carteira com seus documentos e o dinheiro. A empresa não possui câmeras de monitoramento.     

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Revólver e material do bicho apreendidos em bar 

 

 

 

 

 

 

 

Uma denúncia à PM dando conta que o proprietário de um bar na Rua Romualdo Machado, Catarcione, possuía uma arma levou policiais até o estabelecimento na terça-feira, 21. Ao ser informado do teor da denúncia, o comerciante de 47 anos admitiu que portava um revólver 38 sob o balcão do bar. A arma estava enrolada num saco plástico com 11 balas. O comerciante alegou que comprara o revólver há cerca de quatro meses de um homem desconhecido, para defender-se. 

 

 

No estabelecimento, os policiais do 11º BPM constataram a prática do jogo do bicho arrecadando um talão de apostas, duas folhas com resultados de jogos recentes e ainda R$ 5 provenientes de apostas. O comerciante foi detido e conduzido à 151ªDP, mas não ficou preso. Ele foi liberado após pagamento de fiança, cujo valor não foi revelado pela polícia. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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