Caros amigos, há tempos que as drogas destroem lares e vidas em larga escala no mundo. Atualmente são cerca de 6 milhões de pessoas dependentes no Brasil e 2 milhões de óbitos consumados nos últimos anos. Segundo estatísticas da Previdência Social, só no primeiro semestre de 2011, 21 mil trabalhadores foram afastados do serviço por motivo de uso de drogas em nosso país.
A Voz do Pastor

Dom Edney Gouvêa Mattoso
A Voz do Pastor
Buscando trazer uma palavra de paz e evangelização para a população de Nova Friburgo, o bispo diocesano da cidade, Dom Edney Gouvêa Mattoso, assina a coluna A Voz do Pastor, todas as terças, no A VOZ DA SERRA.
Caros amigos, um dos grandes desafios de quem quer anunciar a Palavra de Deus é, ele próprio, ter a experiência de sua força transformadora na própria existência. O Santo Padre Paulo VI, de feliz memória, especificava o contexto da pregação do Evangelho no mundo moderno quando dizia: “Os homens de hoje escutam muito mais as testemunhas que os mestres, e se escutam os mestres é porque são testemunhas” (Evangelii Nuntiandi, 41).
Recentemente os jovens e crianças de nossas cidades voltaram às aulas, tempo importante na vida de todo ser humano e que, graças a Deus, a cada ano faz parte da história de um maior percentual de brasileiros. Por sua importância cabe aqui uma reflexão sobre a educação escolar.
Dentro do cenário da missão que Cristo confiou à sua Igreja, não poderíamos deixar de mencionar a cena impactante descrita pelo evangelho de São João. Cristo, tendo consumado a sua missão no mundo, deixou-nos o que de mais precioso tinha em sua vida terrestre: sua querida mãe! Escreve São João: “Jesus, ao ver sua mãe e, ao lado dela, o discípulo que ele amava, disse à mãe: ‘Mulher, eis o teu filho!’. Depois disse ao discípulo: ‘Eis a tua mãe!’. A partir daquela hora, o discípulo a acolheu no que era seu”. (Jo 19, 26-27)
Caros amigos, mais um ano nos aproximamos do “tempo quaresmal”—quarenta dias de preparação para a grande celebração da Páscoa do Senhor Jesus.
Caríssimos amigos, iniciamos nossa profissão de fé dizendo: “Creio em Deus Pai criador do céu e da terra”.
Professar a fé no Criador é crer que o mundo não foi criado e nem é governado pelo acaso, mas que foi feito pela Sabedoria divina e tem um lugar em seu plano eterno de amor.
Neste cenário, o homem possui uma especial dignidade, sendo a única criatura visível que pode gozar da amizade com o Senhor do céu e da terra, ou seja, entrar na vida eterna. O homem é um ser amado pessoalmente. Cada um de nós é chamado por Deus pelo nome e ocupa um espaço único no universo.
Este ano a reflexão proposta pela Campanha da Fraternidade para o tempo da Quaresma é a Saúde Pública Brasileira e nossos compromissos de fraternidade cristã.
O cuidado desprendido pelos enfermos e idosos faz com que a Igreja, em seus ministros e agentes de pastoral, mostre mais uma vez o rosto bondoso de Jesus Cristo que sente “compaixão para com todos os que sofrem, ao ponto de identificar-Se com eles: ‘Estive doente e visitastes-Me’ (Mt 25, 36)” (cfr. Catecismo, 1503).
Caros leitores, a Igreja, em seu núcleo mais profundo, poderia ser definida como mistério de comunhão. Muitos são os aspectos desta “comunhão eclesial”: a comunhão do homem com Deus, a comunhão dos homens entre si, a comunhão das Igrejas com a Sé Apostólica, a comunhão de todos os cristãos no Espírito Santo, entre outros muitos e interessantes ensinamentos da fé. Hoje, entretanto, me detenho em um ponto muito estendido pela piedade popular: o mistério celebrado nos dias 1º e 2 de novembro.
Caros amigos, daremos continuidade a uma série de reflexões acerca de um tema que parece-me mais urgente a cada dia: a educação de crianças e jovens, e, em particular, nas escolas católicas.
Além do pouco valor que recebem os profissionais que dedicam suas vidas a esta nobre tarefa, notamos também um progressivo esvaziamento do sentido da “educação”.
Caros amigos, o Santo Padre, o Papa Bento XVI, no último dia 11 de outubro lançou a Carta Apostólica “Porta Fidei” (A Porta da Fé), anunciando que no próximo ano, a partir de outubro, a Igreja inteira celebrará com grande intensidade os 50 anos da abertura do Concílio Ecumênico Vaticano II e os 20 anos da publicação do Catecismo da Igreja Católica, verdadeira herança do beato João Paulo II, que traz a explicação da fé apostólica com a rica contribuição do Concílio.
