Repórter, esse "chato" tão essencial nos nossos dias

Os desafios de uma profissão difícil num mundo cada vez mais complexo
sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018
por Adriana Oliveira (aoliveira@avozdaserra.com.br)
Cena do filme
Cena do filme "The Post" (Reprodução da internet

Neste 16 de fevereiro os profissionais de comunicação celebram o Dia do Repórter, aquele “chato” atrás de notícias, fofocas, novidades e afirmações que fazem o dia a dia da imprensa e do jornalismo. Uma profissão cada vez mais importante e essencial numa democracia. Há repórteres investigativos, que se aprofundam nos bastidores e trazem à tona, para o conhecimento da sociedade, assuntos acobertados, e repórteres especializados nas mais diversas áreas, como política, esportes, cultura, polícia etc. Como missão, o compromisso com a informação e com a verdade.

O livro “Elementos do Jornalismo” ensina que a primeira obrigação de um repórter é com a verdade, a primeira lealdade dele é com o cidadão, e a essência da profissão é com a verificação dos fatos que reporta.

O desafio da profissão está por todos os lados. Num mundo cada vez mais plural e polarizado, os repórteres devem se manter apartidários, isentos, independentes, dando voz a todas as vozes. Num mundo cada vez mais conectado e informatizado, o repórter tem que ser ágil, vigilante e rápido. Num mundo onde as notícias - inclusive as falsas - correm à velocidade da luz pela internet, o repórter deve ter a prerrogativa da credibilidade, o diferencial da profissão. Num mundo cada vez mais corrompido, o repórter tem por missão trazer luz à verdade e expor as mazelas humanas, políticas e sociais para que a justiça possa se fazer cumprir.

A todos os repórteres de todos os meios, A VOZ DA SERRA deseja uma trajetória de sucesso.

 

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