Polícia investiga furtos em série na Avenida Alberto Braune

Áudio que circula pelas redes sociais informa que mulheres teriam sido roubadas por trio
quinta-feira, 02 de maio de 2019
por Jornal A Voz da Serra
(Foto: Henrique Pinheiro)
(Foto: Henrique Pinheiro)

A Polícia Civil informou nesta quinta-feira, 2, que está investigando oito queixas de furtos a pedestres, que ocorreram em diversos pontos da Avenida Alberto Braune, no Centro de Nova Friburgo, no início desta semana, todos com ações semelhantes por parte dos suspeitos. Policiais da 151ª DP estão em diligência para identificar os autores desses furtos.

O delegado Henrique Pessoa se manifestou, em nota, depois que circulou pelas redes sociais, nos últimos dias, áudio em que uma mulher afirma que outras 32 mulheres teriam sido assaltadas, entre a última segunda, 29, e terça-feira, 30 de abril, no trecho entre a Praça Getúlio Vargas e o início da Avenida Alberto Braune. A mulher relata que os roubos teriam sido efetuados por três mulheres “bem vestidas e apessoadas” nos pontos de ônibus em frente à Drogaria Nacional e em frente ao banco Bradesco, na Praça Dermeval Barbosa Moreira.

“A abordagem se dá de forma muito sutil. Tudo indica que elas usam estilete, canivete... enquanto uma aborda, outra rasga a bolsa e leva tudo. São mulheres habilidosas e peço que vocês tomem cuidado e alertem também as crianças, os adolescentes e idosos. Fica o alerta”, diz a mulher no áudio.

Diante da repercussão do áudio nas redes sociais, A VOZ DA SERRA procurou a polícia nesta quinta-feira, 2. O 11º BPM informou que não foi acionado e não recebeu denúncias de assaltos, em série, na região. Já a 151ª DP confirmou oito casos. O delegado disse ainda que “divulgações de informações incompletas, além de causarem danos à sociedade, geram pânico à coletividade e graves prejuízos à investigação policial”.

A polícia orienta que em caso de furto ou roubo, agressão ou qualquer outro crime, a vítima deve sempre acionar a Polícia Militar pelo telefone 190; ou a Guarda Municipal, que tem um posto de atendimento na Estação Livre (antiga rodoviária urbana), na Praça Getúlio Vargas. O caso precisa ser registrado na delegacia para embasar investigações.

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