Alunos da rede pública e particular participam de simulações da ONU

Direitos humanos, segurança, crise na Venezuela foram alguns do temas em debate
terça-feira, 28 de maio de 2019
por Guilherme Alt (guilherme@avozdaserra.com.br)
O reitor Toninho discursa (Foto: Divulgação/ Eduardo Rocha)
O reitor Toninho discursa (Foto: Divulgação/ Eduardo Rocha)

 

Na última semana alunos dos colégios Anchieta, Nossa Senhora das Mercês, Nossa Senhora das Dores, Estadual Emília Roschemant e Instituto Bélgica-Nova Friburgo (Ibelga) tiveram a oportunidade de experimentar modelos de simulação das Nações Unidas, uma prática que surgiu na Universidade de Harvard há mais de 40 anos e foi replicada no mundo inteiro. No Brasil, as simulações já são realizadas em diversas universidades, faculdades de Relações Internacionais e em colégios de ensino médio.

A Sinuca (Simulação das Nações Unidas do Colégio Anchieta) contou com a participação de alunos do 9º ano do ensino fundamental ao 3º ano do ensino médio. Sob a coordenação do professor Alexandre Carvalho (Geografia), a edição 2019 promoveu discussões sobre os temas “Questão penitenciária” (Conselho de Direitos Humanos); Guerra Russo-Georgiana (Conselho de Segurança), Irã X Estados Unidos (Corte Internacional de Justiça) , Contenção de Medidas Protecionistas e Combate ao Avanço da Guerra comercial (Grupo dos 20) e a crise recente na Venezuela (Organização dos Estados Americanos – OEA).

Representando a função de diplomatas, os alunos se reuniram em comitês temáticos, com regras, baseadas na Conferência das Nações Unidas, empenhados em estabelecer acordos e alianças. A Sinuca possibilitou ainda o aprofundamento de conteúdos, em especial de Geografia, História e Redação, além do exercício da negociação e da exposição clara de ideias, por meio da argumentação. A iniciativa estimulou entre os jovens o desenvolvimento de ações que auxiliem a construção de um mundo mais justo, fraterno e que contribua para a paz mundial.

 

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