Alunos da Escola Hermínia Condack retomam aulas

Muro em frente ao colégio foi reconstruído; aulas de reposição terão início na primeira sexta-feira de março
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017
por Jornal A Voz da Serra
Muro foi construído com recuo, seguindo normas do DER-RJ (foto: João Luccas Oliveira)
Muro foi construído com recuo, seguindo normas do DER-RJ (foto: João Luccas Oliveira)

Os alunos da Escola Municipal Hermínia Condack, localizada na Avenida Antonio Mario de Azevedo, no distrito de Campo do Coelho, deram início ao ano letivo na quarta-feira, 22. As aulas haviam sido adiadas em acordo com os pais dos alunos para que fosse reconstruído um muro em frente à unidade, separando o pátio da escola da rua. As obras do muro foram iniciadas no último dia 8 e concluídas na última segunda-feira, 20.

De acordo com a prefeitura, o muro foi construído com recuo, seguindo normas do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-RJ), já que a escola fica localizada às margens da estrada que liga Nova Friburgo a Teresópolis, a RJ-130. O novo paredão acompanhou os muros dos imóveis laterais ao educandário, sendo as obras fiscalizadas por engenheiros da Secretaria de Obras e funcionários da Secretaria de Educação.

Ainda conforme a prefeitura, a reposição das aulas perdidas neste período acontecerá a partir do dia 3 de março. “A cada 15 dias, sempre às sextas-feiras, haverá mais duas horas de aulas, até que sejam compensados os dez dias letivos que a unidade permaneceu fechada para a construção do muro”, disse, em nota, a Subsecretaria de Comunicação.

Entenda o caso

O muro da Escola Municipal Hermínia da Silva Condack começou a ser demolido no dia 26 de dezembro do ano passado. No local, uma tela de proteção havia sido instalada a cerca de dois metros para dentro da área de recreação da escola.

Na época, o governo passado anunciou que a obra tinha como objetivo a construção de um recuo para ônibus escolares e, consequentemente, o embarque e desembarque dos estudantes de forma segura. A obra, porém, foi interrompida.

No primeiro dia do ano letivo, 6 de fevereiro, mães de alunos derrubaram a grade de proteção em um ato de protesto contra a demolição do muro da unidade. Por conta da ação, as aulas foram adiadas em dez dias.

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